O MON


A viagem que fiz no verão foi tão rica que daria para escrever, quase, um post por semana, ao longo de vários meses. Fiz uma seleção dos muitos locais que visitei, e de vez em quando lá mato saudades do Brasil e aproveito para partilhar com vocês as vivências maravilhosas que tornaram os meus dias, no país irmão, inesquecíveis.

E o que é que Curitiba tem? Tem o MON tem! O Museu Oscar Niemeyer, para além de ser a principal atração turística da Capital do Paraná é o maior museu de arte da América Latina! Foi na companhia de Aldy Coelho (cronista, aqui no blogue), que visitei este espaço dedicado a exposições de artes visuais, arquitetura, urbanismo e design. O passeio pela cidade culminou no MON e assim fechei com chave de ouro a minha passagem pela "cidade modelo". Só tenho de agradecer à Aldy e ao Fábio (seu marido), por me terem proporcionado um final de tarde magnífico. Deem-me um museu e sou uma mulher feliz! É basicamente isto.

 Com Aldy Coelho

O MON tem 12 salas expositivas e do seu acervo fazem parte 3000 obras de artistas nacionais e estrangeiros. O que destaco da minha visita? Três exposições: "Espaço Niemeyer", 
"Obras sob a Guarda do MON" e "A União Soviética Através da Câmera". 


O "Espaço Niemeyer" alberga a exposição permanente totalmente dedica aos projetos de Oscar Niemeyer de 1941 a 2002. O subsolo do Museu alberga, assim, fotos, maquetes e croquis das princicipais obras de um dos maiores nomes da arquitetura Brasileira. 



A exposição 
"Obras sob a Guarda do MON" mostra 48 obras de obras de arte apreendidas pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. Tive a oportunidade de contactar de perto com trabalhos de artistas como Cícero Dias, Heitor dos Prazeres, Miguel Rio Branco, Vik Muniz, entre outros, que me fascinaram! 

Heitor dos Prazeres

Vik Muniz

A exposição 
"A União Soviética Através da Câmera" conta, através de imagens de seis importantes fotógrafos da antiga União Soviética, a história do país entre 1956 e 1991, altura em que se deu o fim da URSS. São imagens fortes mas delas emana uma sensibilidade poética captada pelo olhar de cada artista. A história, o quotidiano, as gentes imortalizadas naquelas imagens fazem o visitante refletir sobre as semelhanças e diferenças entre o passado e a contemporaneidade



Só vos digo que me senti uma privilegiada por ter visitado um dos Museus mais bonitos do Mundo!  

Rosarinho

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