A corrida de Santo António



O meu querido Santo António não me concedeu o milagre de ganhar velocidade, mas ajudou-me a acabar a corrida infernal! Sim! Infernal! Foi a corrida mais difícil que fiz até hoje. O percurso era tranquilo, mas os 30 graus de temperatura derretiam a moleirinha a qualquer um!! Aos 7 km achei que não ia conseguir chegar ao fim. Estava um ar sufocante e o sol queimava sem dó nem piedade. Mas nestas alturas vamos buscar forças nem sabemos bem onde e continuamos. As pernas entram em piloto automático e seguem para bingo. Quem está ao nosso lado, acaba por nos encorajar, mesmo sem saber. Estamos na mesma luta desenfreada para ver aquele sítio mágico, chamado meta. Nos últimos metros J. estava lá a puxar por mim! E foi o suficiente para me dar força. Estava quase a cortar a meta, então acelerei... Até acho que o Santo me deu um empurrão. O cansaço era imenso mas estava orgulhosa. Mais uma prova superada! Acho que gosto mesmo disto!









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