23.10.14

A preparar a receção aos pequenos grandes artistas



Sábado vai ser um dia muito especial. Vou receber os meus afilhados e as minhas afilhadas, da Academia da Motivação, no Maria Laranja. É lá que está a decorrer a “MotivArte”, exposição de pintura da autoria destes meninos e meninas especiais. Quero proporcionar-lhes uma tarde inesquecível e muito feliz. Por isso estou a preparar tudo ao mínimo detalhe. A minha maior recompensa? A felicidade estampada nos seus rostos. Para para ganhar este prémio, ainda tenho dois serões com muito trabalho pela frente! Mas… MOTIVAÇÃO é coisa que não me falta!



22.10.14

Cada Porta uma História


À medida que o tempo passa, os azulejos de outras épocas vão desaparecendo, levados por por uma mente que não resiste à tentação de desfalcar o património ou destruídos pelas intempéries. E o abandono começa a ser espaço de intervenções, de alguém que encontra nas ruas o seu palco. Mas também elas irão ser corroídas pelo passar dos anos até que nada restará... Talvez umas ervas daninhas teimem em se apropriar daquilo que, em tempos, o homem teve como seu. 

21.10.14

Vestir com Talento, by Fátima Ventura

    Fonte: Facebook da marca Ruika


A moda sai de moda, o estilo jamais.
Coco Chanel

A moda. O que é a moda? É usar o que se gosta com estilo!

Por esta altura temos um outono que teima em não aparecer. Em simultâneo não queremos largar o verão. Mas também não nos apetece a incerteza deste tempo. Um dia chove, no outro está nublado e no outro andamos de manga curta...

E enquanto caminhamos por esta meteorologia de incertezas, a centopeia que há em mim começa a deitar contas à vida e a olhar para botas, botins, ténis, sapatos da nova estação... e a escolha é tão difícil!

Vou deixar aqui algumas ideias daquilo que me aguçou a vontade e por vezes a carteira: 

Ruika 



Zara


Pull & Bear

Todas estas sugestões foram retiradas dos sites das marcas ou do respetivo facebook! 

Espero que tenham gostado e que vos seja útil!

20.10.14

Finalmente a visita à exposição "FAkE"


Agora ando numa de deixar tudo para os últimos dias. É uma coisa que me deixa confusa, não sou nada assim. Não consigo perceber o que se passa. Terei de fazer uma análise cuidada desta situação, pouco usual. Mas para já vou falar-vos da exposição "FAkE", que visitei na sexta feira, dois dias antes de fechar portas. Desafiei a minha amiga Dora B. e aí fomos nós na hora de almoço até ao centro de Cascais para conhecer o trabalho de Sandra Baía, uma artista multidisciplinar que apresentou nesta exposição obras recheadas de criatividade e metamorfose. Sandra Baía transformou 12 trabalhos de mulheres, que ao longo dos tempos se destacaram no mundo das artes, não só pelo seu talento, como pelo seu papel de questionamento na sociedade. Falo de mulheres como Paula Rego, Frida Kahlo ou Meriem Bouderbala. Sandra interpretou estas artistas e desafiou-nos a "mergulhar nas obras e a investigar os elementos incorporados em cada uma das telas". E foi mais longe, porque conseguiu cativar-nos para um trabalho mais introspetivo, num local reservado do nosso ser, onde o tempo por momentos parou e permitiu que nos libertássemos do que é rapidamente assimilado. 




18.10.14

Flashes Semanais em Stock

 Almoço inesperado, entre gente muito gira!

Cascais e a arte de rua

 Verdade!

 Regalos de Barcelona

 4 anos depois e as obras continuam... como dizia Gaudí "O meu patrão não tem pressa. Deus tem todo o tempo do mundo!

 Foi a loucura!

 Pelas rua do Bairro de la Ribera

Fundação Joan Miró... Adorei!
 O hotel em Barcelona! Recomendo :)

Este creme de camarão estava delicioso!

16.10.14

Abrigo Fundo


Os pingos de chuva fugiram, mas as gotas de chuva não!
Eram quatro vezes trinta e três mil, quinhentos e quarenta e três pingos de chuva, todos juntinhos nos braços de uma nuvem como se estivessem num autocarro cheio a caminho do trabalho.
- Chega-te para lá! - gritou um pingo de chuva para a gota azul ao seu lado.
- Não posso. - respondeu a gota azul quase sem se mexer.

- Isto está muito cheio de gotas e pingos de chuva. Não vês que não há espaço para todos? - disse a gota.

- Pois é, isto assim não pode continuar. - disse lá ao fundo outro pingo.

- Alguém tem de falar com esta nuvem para não entrar mais nenhum pingo e nenhuma gota de chuva.
Depois de tirarem à sorte, lá foi o pingo mais sorridente de todos os pingos, falar com a nuvem.
- Senhora nuvem! - gritou o pingo.- Senhora nuvem! - voltou ele a gritar, sem obter resposta. 
Cinco ou seis gritos depois, já quase a desistir da conversa com a nuvem, o pingo ouviu uma voz muito fininha.
- Que queres tu? - perguntou a nuvem.
- Passa-se alguma coisa? - indagou o pingo, preocupado com a voz da nuvem.

- Está tudo bem obrigado. O que queres tu? - voltou ela a perguntar.

- Está mesmo tudo bem? - insistiu o pingo.

- Oh pingo chato! - exclamou a nuvem num tom muito baixinho, quase sem se ouvir. Não vês que tenho de falar baixinho para conseguir segurar todos os pingos e todas as gotas de chuva nos meus braços. Se falar muito alto agito-me e depois caem pingos e gotas fora do sítio. Olha lá para baixo. - continuou a nuvem. Aquela areia toda é um deserto e nos desertos não se podem largar pingos ou gotas de chuva.

- Não? - perguntou o pingo.

- Claro que não. - disse baixinho a nuvem. Os desertos estão cheios de areia quente, ventos quentes e pedras ainda mais quentes. Se lá caírem pingos ou gotas de chuva, queimam-se mal toquem no chão quente do deserto.

-Ah! - exclamou o pingo de chuva, pouco convencido com as palavras da nuvem.

- Mas afinal o que é que tu queres? - voltou a perguntar a nuvem já meio inquieta com o pingo.

- Pois…eu vinha cá falar da falta de espaço - respingou o pingo.

- Falta de espaço?

- Sim. - continuou o pingo. Já não existe muito espaço livre dentro da senhora nuvem e nós já não nos conseguimos sequer espreguiçar pela manhã. E olhe que espreguiçar pela manhã é muito importante para o nosso crescimento. - concluiu o pingo.

-Não cabem mais pingos e gotas de chuva? Então quantos pingos e quantas gotas de chuva é que já cá estão? - perguntou a nuvem.

- Na nossa última contagem, disse o pingo, éramos quatro vezes trinta e três mil, quinhentos e quarenta e três pingos de chuva.

- E quantas gotas? - questionou a nuvem.

- Sabe senhora nuvem, as gotas de chuva não são como nós. Elas juntam-se todas, umas com as outras e depois é muito difícil contá-las. Não se consegue perceber onde começa e acaba cada gota. Mas olhando assim para elas, devem ser metade dos pingos, o que já dá uma multidão de pingos e gotas de chuva. Falta espaço! - gritou o pingo, concluindo o seu pedido à nuvem.

- Calma meu amigo. - disse-lhe a nuvem muito baixinho.
- Já fiz muitas viagens com o dobro dos pingos e o triplo das gotas de chuva que tu contaste até agora.
- Ai sim – suspirou o pingo muito desanimado.

- Sim – continuou a nuvem – mais seis dias e deixamos a areia quente do deserto, subimos uma montanha, descemos um vale de flores amarelas e chegamos a um campo imenso cheio de arroz bebé. Aí, largo as pingas e as gotas de chuva parta dar de beber ao arroz, que depois vai crescer grande e forte.

- Eu percebo, senhora nuvem – argumentou o pingo – mas nós não aguentamos esta viagem por mais seis dias.

- Conseguem – sorriu a nuvem – vão ver que conseguem.
E dito isto a nuvem encheu o peito para sugar do ar fresco mais gotas e pingos de chuva que caíram uns sobre os outros. Logo se instalou uma grande confusão com pingos e gotas de chuva à cotovelada entre si por um pedacinho de nuvem onde pudessem descansar os pés a pingar água. No meio da confusão o pingo sorridente soltou um grito:

- Oiçam todos! Tenho novidades. A nuvem disse que são mais seis dias de viagem e depois …
Agitados pingos e gotas nem deixaram o pingo sorridente acabar a frase:

- Seis dias! – gritaram.

- Quem é que aguenta este aperto por mais seis dias? – perguntou uma gota lá do fundo.

- Temos é de fugir – gritou uma gota pequenina.

- Fugir? – perguntaram logo as gotas em coro.

- Sim – respondeu a gota pequenina, toda contente.

- Boa ideia – disseram as outras gotas enquanto preparavam o plano para a fuga: uma distrai a nuvem e as outras escapam-se pelas mãos desta.

- Espera aí – gritou um grupo de pingos de chuva mais aventureiro. Se alguém vai fugir são os pingos, porque somos mais e mais fortes.


E assim foi. Por serem mais e mais fortes que a gotas de chuva, os pingos pegaram nos planos das gotas e como previsto distraíram a nuvem com uma barrigada de cócegas que a deixou a rir à gargalhada. Tal foi a confusão, que a nuvem nem viu que sobre a areia quente do deserte caíram quatro vezes trinta e três mil quinhentos e quarenta e três pingos de chuva felizes e contentes por deixarem o espaço apertado dos braços da nuvem.

Mas
 os gritos e os risos de alegria acabaram mal os pingos de chuva tocaram com os pés de água na areia quente do deserto e aos poucos queimaram os dedos, os pés, as mãos e em menos de nada, a poça de água que se formara na areia logo desapareceu debaixo do sol quente e forte do deserto.

A nuvem, essa, continuou o seu caminho, apanhando mais gotas de chuva nos seis dias do deserto à montanha, passando pelo vale das flores amarelas, até chegar já cansada ao campo de arroz bebé. Aí repousando da longa viagem e do colo que deu a tantas gotas de chuva, a nuvem abriu os braços, largando docemente sobre o arroz bebé todas as gotas que conseguiu apanhar pelo caminho desde a fuga dos pingos de chuva.


Quando chegaram ao chão, junto do arroz bebé, as gotas de chuva deram de beber, lavaram e aconchegaram o arroz bebé que assim cresceu grande e forte. Depois, todas juntas, as gotas de chuva seguiram por um rio calmo passando um campo imenso de rãs e malmequeres. Vão descansadas da vida à conversa umas com as outras e à espera de uma outra nuvem que as apanhe novamente.


Ricardo Caldeira

15.10.14

Bye, bye Barcelona


Ontem despedi-me de Barcelona com um tour por três museus. Logo pela manhã comecei pelo Museu do Futebol Clube de Barcelona, que até era pertinho do meu hotel, o Senator Barcelona SPA Hotel (que recomendo). Confesso que não estava nos meus planos visitar este Museu, mas como me fizeram chegar um convite às mãos (obrigada J.), lá fui eu à casa do Neymar e do Messi. De seguida corri até ao Bus Turistic, saí na paragem da Fundação Joan Miró e fiquei a conhecer em detalhe o percurso artístico deste pintor catalão. Depois,  só mesmo com uma magnifica gestão de tempo é que consegui visitar o Museu Picasso. Sempre com um olho no relógio e outro nas grandiosas obras de arte. Nem sei bem porquê, já que o meu voo de regresso a Lisboa saiu com mais de uma hora de atraso!! Cheguei a casa cansada, mas muito feliz. Esta viagem relâmpago a Barcelona foi uma inesperada pérola preciosa! 









13.10.14

Rever Barcelona



Reencontrar Barcelona. Voltar a apaixonar-me por esta cidade. Viver de forma diferente cada emoção, cada centímetro percorrido. Absorver a beleza e digerir tudo sem pestanejar, porque não quero perder nada! Deambular pelas ruas do Bairro Gótico, render-me á Sagrada Família, visitar o Gran Teatro del Liceo, degustar umas tapas regadas com uma sangria divinal, tudo experiências memoráveis!

Enquanto J. está em formação no Barça eu perco-me pela cidade num misto de felicidade e encanto.










12.10.14

Indo eu, indo eu a caminho de Barcelona...


Verdade!!!! Barcelona estou a caminho! 
J. foi convidado para fazer uma formação no Futebol Clube de Barcelona e aqui a menina "pendurou-se" para ir também! Enquanto J. se dedica ao estudo eu dedico-me ao passeio. Vou matar saudades de uma das minhas cidades europeias favoritas. Serão apenas três dias mas vão saber que nem ginjas. Irei manter-vos a par das minhas aventuras na cidade de Gaudí, prometo! 

11.10.14

José Carlos Carvalho e a sua "Triscaidecafobia"


A 13 de dezembro de 2013, o fotojornalista José Carlos Carvalho inaugurava a exposição "Triscaidecafobia" (precisamente no dia do meu aniversário e no local onde decorreu a festa), tanto eu quanto ele estávamos longe de supor que meses depois esta exposição dedicada ao número 13 iria receber o Prémio Gazeta de Fotografia 2013. A "Triscaidecafobia" sai novamente à rua. Para quem não teve, ainda, a oportunidade de ver este trabalho fantástico do José Carlos Carvalho poderá fazê-lo na Galeria do Clube de Jornalistas, a partir de dia 15 de outubro (Rua das Trinas, 129, em Lisboa). Será que é desta que vão perder "o medo irracional e incomum ao número 13"? 

Quanto a mim, devo dizer-vos que é o meu número favorito!!

Saibam mais aqui

A exposição estará patente até dia 14 de novembro, de segunda a sexta, das 13h00 às 16h00 e das 19h00 às 23h00. Aos sábados, entre as 19h00 e as 23h00. Encerra aos domingos.