27.1.15

Flashes Semanais em Stock

 O melhor dos dias de chuva? As galochas :)

 Leituras

 Um dia de muita reflexão ;)

 Pausa no trabalho

 Leituras

 Mar de inverno

 A tentação mora aqui ao lado

 O ritual do chá

Gatinho lindo

Sou muito mimada I

Sou muito mimada II

Pela cozinha a organizar receitas

26.1.15

Crónicas da Brilha


O ritual e a falta de chá

Confesso: Conheci o Mefistófeles! É uma daquelas pessoas com quem nos cruzamos na rua ou no trabalho e que usam máscara colada à alma. Conheci-o há dias e, do alto dos seus cinquenta e tal anos, não sabe o que é uma régua, nem uma balança e dispara subjetividades em todas as direções. Podia ter menos anos, podia ser mulher, mas este era assim. Há outros que terão outro pacote…

Invariavelmente são estas mesmas pessoas que dão todo um outro universo á palavra egocentrismo. Se lhes for dado um cargo, revelam-se e a ditadura surge: crua, arbitrária, real.

Contra esses, os das máscaras, o que pode a Lei e os seus rituais?

Já senti, muitas vezes, dúvidas na justiça. Não a balança que pesa a nossa consciência mas a justiça dos Homens, frágil como eles, limitada ao dom da evidência de outros Homens, também eles falíveis.

Poderá, um dia, a justiça ser perfeita? Poderá proteger-nos desses que andam trilhando o caminho dos outros e pondo pedras e defeitos em toda a parte?

Também nós cumprimos o nosso caminho, mas ele leva tempo, implica determinação, perseverança, paciência e, de quando em vez, um salto de fé.

E se eu não ensinar os outros a ver? E se não conseguir apontar a injustiça?

Mesmo com limites, cumpre-nos a nós que esses tirem a máscara, sermos firmes no juramento de defender a toga e o que ela representa, de erguer a balança e não deixar a Justiça sentada ao frio sem cruzar a soleira da sua casa.

Esses, os das máscaras, não compreenderão nunca a verdadeira beleza por detrás de um abraço sincero, o aroma que se desprende de uma chávena de chá partilhada quando, lá fora, um roçagar de asas anuncia a primavera.

Ana Brilha

25.1.15

Experiência Gastronómica com vista para o Atlântico


Estava em agenda visitar a Hamburgueria da Praia (Praia da Bafureira, Parede). Na passada quarta feira, uma reunião de trabalho, nas redondezas, foi a desculpa perfeita para provar os hambúrgueres  com vista para o mar. O espaço é agradável, excelente para uma refeição entre amigos/as. O atendimento é atencioso. Para o almoço escolhi o Asian, hambúrguer de frango. O que mais me atraiu neste prato? As batatas fritas em gomos, salpicadas com orégãos e servidas num simpático pacote de papel. São uma delícia! (As batatas pagam-se à parte, podem conciliar com o menu que inclui a bebida). Vale muito a pena! Quanto ao Asian, não me encantou tanto, achei-o um pouco seco... Já não houve tempo para provar as sobremesas. O relógio pressionava-me. Apesar de um pouco apressada, esta foi uma boa experiência. Não é todos os dias que temos o privilégio de tomarmos uma refeição, com vista para um imenso mar de inverno.






23.1.15

"Prometo que é a última vez" - Novo romance de Ana Brilha


O novo romance de Ana Brilha -"Prometo que é a última vez" - vai ser lançado dia 14 de fevereiro e promete levar-nos para a vida íntima do Ser, com as suas questões, medos e idiossincrasias, procurando a justificação última da psicopatia intolerável do atentado contra a vida e a psicanálise do agressor numa perspetiva humana e tolerante.

Vamos lá saber um pouco mais...

"Este livro tem desde o início, sido entendido como um policial. Na sua conceção não foi, de todo, essa a ideia que tive em mente" - relembra a autora viajando no tempo. Neste livro Ana Brilha mantém a mesma forma de escrita, recorrendo à prosa poética e faz a "psicanálise do agressor numa perspetiva interna, procurando dar à envolvência um cunho humano e tolerante." Segundo ela, e embora a história seja a de um assassino em série, "o centro da ação não é a sucessão de crimes mas a procura de resposta a uma questão muito simples: o que leva o ser humano a tirar a vida a outro? No fundo, como nasce, como se identifica, como pensa e o que sofre alguém enredado no ritual que qualifica esta tipologia criminal."

Para escrever este romance, Ana, inspirou-se num recorte de jornal, uma notícia da vida real. Digamos que foi a chamada de atenção.  Mas também se inspirou em toda a informação que recolheu da sua intensa pesquisa. Ana investiu muitas horas em leituras  "sobre os criminosos mais conhecidos da nossa história nacional e da história dos EUA, sobretudo das poucas certezas que a psicologia, a criminologia e a biologia nos trazem sobre a causa destes comportamentos desviantes. Não sendo uma ciência matemática, não sendo possível identificar o gene do crime, fica a pergunta a que ainda não consigo responder."

Será que já vos deixei com a pulga atrás da orelha? A Ana garante que "Prometo que é a última vez" vai confrontar-vos com muitas perguntas e "quem sabe por via da reflexão pessoal, algumas respostas." Não se trata de um policial puro e duro, mas sim de "uma pequena vila da década de 70, com pessoas reais com dilemas, interesses e pecados reais."

A sessão de lançamento será dia 14 de fevereiro, pelas 17h00, na Livraria Desassossego, na Rua de São Bento, n.º 34, em Lisboa e a apresentação ficará a cargo da Professora Doutora Teresa Pizarro Beleza.

Eu já reservei o meu exemplar autografado!



22.1.15

Maratona de criatividade

 

Vem aí uma maratona. Para esta prova, de três dias, não vou precisar de sapatilhas adequadas, nem de um treino intensivo. Mas terei de me superar. Como? Despertando a "inteligência adormecida". Esta será uma maratona de criatividade! 

Na passada terça feira já fiz o aquecimento, assistindo á conferência sobre design thinking e inovação. Para a semana arranca a maratona e Cascais vai acordar mais criativa!






21.1.15

Cada porta uma história


A porta abriu-se e entrei sem hesitar. Estava no mundo fantástico das histórias de encantar. Descobri que a porta guardava o segredo da felicidade, da nossa infância perdida. Voltei a acreditar que tudo tem um final feliz, porque a inocência de criança acordou depois do beijo do príncipe encantado. Percorri este mundo, escondido por detrás da porta, e senti-me leve, como se levitasse no tapete de Aladdin. Perdi a noção do tempo, viajei até à Terra do Nunca e regressei numa linda Carruagem de Abóbora. Subi umas escadas sem fim e bebi um chá, servido por Mrs. Potts. Adormeci de cansaço e de eterna felicidade. Durante o sono a porta falou comigo e disse-me que estava na hora de regressar ao meu mundo. Indicou-me o caminho. Cambaleando entre fadas vi-me perante uma senhora velha a fiar. Piquei-me no fuso e estava de volta ao mundo real. A porta fechou-se. Mas sabem de uma coisa? A criança em mim despertou!

20.1.15

Flashes Semenais em Stock

 Chá quentinho para aquecer o coração e a alma


 Pelo escritório, andámos com os moveis às costas!

 Calendário 2015

Mais chá...

 Lindos :)

 Recanto do chá...


 Quem é servido/a de uma Ginjinha?



 Grande almoço :)

Vaidades

Dei corda aos sapatos e fiz os meus 6 km mais rápidos de sempre

;)

19.1.15



Tivesse eu mais tempo e ele era passado na cozinha a experimentar novas receitas. Nunca pensei que algum dia diria uma coisa destas. Mas a verdade é que, influenciada ou não pelos canais de televisão da especialidade, começo a ganhar gosto pelos tachos e panelas. No fim de semana deu-me para experimentar duas receitas gulosas. Bolo de limão e biscoitos de cereais e pepitas de chocolate. A coisa não correu a 100% porque ainda não me entendo bem com o forno cá de casa e por isso o bolo ficou um pouco chamuscado... Mas tirando este pormenor estava delicioso. Pelo menos não houve queixas e do dito apenas sobraram migalhas. Os biscoitos correram bem melhor e são excelentes para acompanhar com um chá ou com um café. Nesta aventura culinária contei com o apoio da minha ajudante de cozinha... a menina Bimby ;)




18.1.15

Uma tarefa amorosa


Este ano o Cupido incumbiu-me de uma missão! Enquanto ele se diverte a fazer pontaria certeira aos corações solitários, eu terei de preparar a noite de 14 de fevereiro com muito amor, para receber com carinho os casais enamorados. Por isso o caos romântico já se instalou no escritório cá de casa. Lantejoulas, cartolinas, velas, corações, muitos corações…

Espero estar à altura desta tarefa amorosa.  



16.1.15

Um chá, uma lareira e conversas entre amigas


Em tempos li que uma amizade fabulosa multiplica o que há de bom na vida. Como isso é verdade! Senti na pele e no coração esta frase quando me reuni com duas queridas amigas para um Chá de Inverno, aconchegado pelo crepitar da lareira. Foi um entardecer rico em conversas e degustação de bolos caseiros que nos alimentaram a alma. Estes momentos de felicidade ficam gravados, entranham-se em nós e a vida torna-se mais encantadora.