30.7.14

A Youzzer que há em mim #youzzmagicblur


Entre limonadas, tostas mistas e conversas ao acaso, surgiu o tema Revitalift Magic Blur, numa tarde de verão junto ao mar. Algumas amigas já estão a usar, outras vão iniciar-se, agora, neste ritual de beleza. Os feedbacks vão chegando. E está na hora de reportar. Com avançar dos dias, as férias estão mesmo aí!  O meu Magic Blur vai comigo para Paris e a minha experimentação vai continuar. Até ver o fundo à embalagem ainda há muita magia por acontecer, tudo graças à tecnologia de micro alisamento combinada com Pro-Retinol!

29.7.14

Cada Porta uma História


Os anos passam mas eu continuo a sentir-me maravilhosa, como no primeiro dia em que passei a fazer parte da história desta rua. Sinto-me cada vez mais sábia, mais viva, mais experiente e encantada com os transeuntes que desfilam diariamente, apressados e perdidos nos seus pensamentos. Apesar deste meu aspeto envelhecido, a madeira de que sou feita é forte e resistirá a muitos mais anos de sol, de frio, de chuva e vento. Continuarei, aqui, firme a observar o entra e sai das crianças que vão crescendo, os gatos que se aninham no meu degrau, o casal de namorados que troca beijos sob o meu olhar discreto.

Os anos passam e eu sinto-me completa.
Eu sou a porta mais feliz desta rua!

 

28.7.14

Crónicas da Brilha


Não é com pedras que se caçam gatos

O direito ao sossego pode não ser um direito constitucional mas as pessoas fazem as coisas mais absurdas que imaginar se possa quando alguém não as deixa dormir.

Na verdade, somos um animal de hábitos. Por isso imaginem que, de quinze em quinze dias, à hora do sagrado sono reparador no final de uma semana de trabalho, lançam a cantar fado malandro à desgarrada. Esgatanha-se na guitarra, requebra-se no canto e, ndependentemente da qualidade dos artistas, ergue-se até à janela a fumarola dos cigarros e as conversas de quem tarda na noite que ainda sobeja despertada.

Voltas e voltas de olhos abertos, imagino, desalmadamente rezando, conjurando, amaldiçoando e rezando outra vez aos deuses todos.

Em desespero de causa, no anónimo escuro da janela interrompido pelo intercalado “ai, ai, que ele vai p’ra guerra”, a ideia genial de que a água acalma até a mais feroz das feras.

O intuito da caça, o alguidar a transbordar suspenso das mãos, e “Ops, lá vai a força da gravidade”.

Alguém lá em baixo, talvez alguém que não contribuíra para o desespero de mais uma noite em branco, leva uma real molha, cabeça e roupa, como uma tempestade localizada. Trocam-se palavras, insultos, e não se cumpre o objetivo de que toda esta gente vá para casa mais cedo, antes se demoram na descoberta de tirar a limpo a origem do inusitado dilúvio.

Talvez quem tenha dado causa a tão cobarde vingança não tenha aprendido a lição, talvez a solitária vítima continue invariavelmente a passar noites em branco intercaladas das noturnas confidências que se julgam insuspeitas e das desgarradas que lhes dão causa. O que é certo, e isto vos posso dizer, é que com ou sem polícia, a janela ficou, digamos, mais arejada. Alguém que já havia tomado incauto banho, lançou mão das pedras da calçada.

Ana Brilha

26.7.14

A felicidade está ao virar da esquina


Perder-me. Perder-me nas ruas. 
Olhar. Ver os pequenos detalhes. 
Um final de tarde surpreendente e não programado, entre os meus pensamentos e o caminhar ao acaso. Sem destino traçado mas consciente que chegaria a algum lugar.
Uma pausa no caminhar, uma descoberta casual. Sentei-me à mesa, pedi um café e saboreei, verdadeiramente, o momento entre leituras sobre o que é a felicidade. 
Saí e retomei o caminho de volta sem pressa de chegar. A palavra felicidade, ainda, na minha cabeça. Felicidade... por onde andas? Hoje caminhaste ao meu lado nas ruas da vila de Oeiras. Encontrei-te ao virar da esquina ;) 

25.7.14

Flashes Semanais em Stock


 Afinal vivo no campo!


 Bolo de Tangerina e Chocolate

Os preparativos das férias ;)

 Noite de Sushi

Noite de Sushi

 Home Y

 A contar os dias, as horas e os minutos ;)

Estamos no tempo delas!

24.7.14

Momentos de partilha



O verão é propício a convívios ao ar livre. O sol e os dias coloridos desafiam-nos para momentos de partilha, acompanhados de bons petiscos e regados com bebidas frescas. Na semana passada recebi o convite de uma amiga para almoçar no seu recanto encantado, decorado com muito amor e bom gosto. Senti-me muito feliz por ter sido convidada para este mundo mais privado e cheio de pormenores, que reflete o seu modo de ser. Foi um momento divertido onde as conversas se perderam entre gargalhadas e a degustação de iguarias que não paravam de chegar à mesa. Brindámos à amizade e à cumplicidade, brindámos à época do ano em que nos sentimos mais felizes, brindámos a nós! 












23.7.14

Abrigo Fundo



Nem mais um cartão!

Sara acordou na ressaca da dor de cabeça que, na noite anterior, anunciara certeira aquele estado feminino que a define mulher por quatro a cinco dias.

Pedro acordou indiferente à moinha da mulher e segredou-lhe que hoje ia ele buscar a Marta à escola. Sara acenou que sim e lançou frustrada o olhar pela janela. Logo hoje que no escritório é dia de noitada a contas com um projecto por finalizar e o pai dedica-se à função para roubar a Sara uma boa desculpa para sair mais cedo. O raio do homem que nunca se mexe num dia de chuva para ir buscar a filha e obriga ambas a fugir dos pingos a caminho do autocarro, deu-lhe na ideia de alterar rotinas.

Na mesa da cozinha uma rosa e uma nota “Um dia feliz para uma noite ainda mais feliz. Beijos, Pedro”. Em cinco anos de casamento era o quinto cartão.

De papel na mão seguiu com uma chávena de café a aconchegar o estômago para o buliço do metro. À entrada surgiram pelas mãos atarefadas de uns jovens novas rosas, mais frescas que a do marido e tão coloridas de nada como a dele.

A decorar a porta do escritório uma mensagem poética. Os paspalhos dos autores, três homens entre trinta e três mulheres, perderam semana e meia de trabalho a planear a surpresa. E, satisfeitos com a ideia, lançaram-se de segredos por mais duas semanas entre e-mails e telefonemas codificados com um trejeito amaricado no olhar que foi levantando sérias suspeitas entre o mulherio. Resultado final: meio metro quadrado de um poema, misto de originalidade e lugares comuns, frase feitas in Internet e alusões muitas às deusas lá do escritório, sem as quais só não são nada porque ainda se debatem amedrontados nas saias maternas. Essas pobres velhas já não sabem que rumo dar aos joanetes para se livrarem destes empecilhos de filhos que lhes saíram em rifa e que mulher alguma parece querer reclamar.

O resto do dia foi feito dos olhares do Sr. Amílcar, chefe de Sara, hoje mais afeito que nunca a gracejos e a comentários pela felicidade do momento, pela alegria infinita destes seres femininos que nos rodeiam e por aí e tal, sempre sem tirar do olhar o peito arrojado da quarentona que lhe enche as medidas cada cinco em sete dias por semana. Felizmente são apenas dois os dias em que descansa o olhar activando a memória no dançar de Sara entre um e outro escadote a arrumar projectos.

Hoje é quinta-feira e já pouco resta desta semana para se deliciar com a eficácia da secretária, por isso, antes de a deixar seguir, cuida de lhe ofertar mais um piropo. Ela sorri, enchendo-o de ar, cada vez mais ar, que já se vêm os pés a sair do chão. É assim ante um Amílcar leve e feliz, que Sara se despede do escritório rumo a casa.

À saída do metro largou doze euros em troco de fruta, verduras e outras poucas coisas para entreter um jantar em casa. Na caixa, enquanto recebia o troco, fitou de longe a televisão, que passava nervosa, no rodapé, a notícia do dia: “Oito de Março, dia internacional da mulher”. E ali estava ela, a terminar o dia oito na lembrança do gesto de Pedro, nas rosas do metro, na mensagem dos infelizes do escritório, e nas parvoíces sem sentido do Amílcar.

Já não seguiu para casa. Largou os sacos no chão e voltou ao metro. Saiu três paragens depois do escritório e entrou num bar decidida a riscar Março da agenda.

Pedro tentou ligar-lhe várias vezes para o telemóvel, que não se deixou ouvir no barulho da multidão.

Movido pelo espírito do dia, reuniu-se da mais acérrima vontade de surpreender a mulher e atirou-se ao banho da filha para, junto com o pai, aguardarem a mãe sentados no sofá. Foi assim que Pedro foi explicando a Marta, as razões do jantar fora, para entreter os irrequietos três anos da filha constantemente a perguntar pela mãe. Já sem factos para o atraso, Pedro despiu a filha e deitou-a embalada nas palavras doces da “Rainha das pétalas sem cheiro”, a sua história preferida. Marta é claro que não teve direito de escolha e deixou-se adormecer nas palavras que o pai lhe decidira ler. Já com Marta no sono do cansaço, também Pedro se deixou adormecer entre as pétalas sem cheiro.

Sentada no bar está uma desconhecida, meia-noite no relógio de um dia de semana em que Sara falha pela primeira vez em cinco anos a novela da noite. Foge deliberadamente a uma surpresa surpreendente: um jantar feito por Pedro, um jantar fora, uma serenata, tudo embrulhado numa loucura pela qual deveria sorrir e agradecer nas esperança de em 2008 o oito de Março lhe reservar nova surpresa ainda mais surpreendente.

Quando acordou, às quatro da manhã para levar Marta à casa de banho, Pedro não sabia que Sara estava lá em baixo sentada na paragem de autocarro sobranceira ao prédio a ver a luz acesa inundar a casa de banho. A mesma, onde todas as noites, meio adormecida, é ela que inicia a filha nas rotinas da vida. Que a levarão da escola ao trabalho, ao amor e à sua própria casa.

Sara, que entretanto se levantou em direcção à porta do prédio, sacou da chave com a mão num só pensamento: que talvez Marta não tenha de fugir aos dias oito e viva Março todos os meses do seu calendário sem falsas rosas. Quando rodou a chave na porta deparou com Pedro abraçado à filha a caminho da cama. Os olhares que se cruzaram não foram por perguntas sobre o avançado da hora. Preparou um chá e aninhou-se no colo de Sara enquanto lhe avançava um plano para sábado: deixar Marta com os avós maternos e jantar num Sushi bar que abriu na Parede. Depois, quem sabe, um cinema. Sara sorriu e ofereceu-lhe uma das rosas que recebera ao longo do dia. Pedro aproveitou a deixa e beijou-a com ternura. Foi Marta que entretanto acordou que surpreendeu todos com as palavras treinadas pelo pai. “Parabéns mamã”, disse ensonada, “Feliz tia da mulher”. Isso Marta, feliz tia da mulher, confirmou a mãe. A risada despertou os três que se entregaram a uma guerra de almofadas sem precedentes.

Aquela manhã do dia nove foi animada. Uma festa espontânea de saudades pela alegria do reencontro.

Desde esse dia já lá vão quatro anos sem cartões. Apenas os olhares indiscretos do Amílcar se mantêm. Mas esse, também pouco importa, que não faz ele o dia a nenhuma mulher.


Ricardo Caldeira

22.7.14

A Youzzer que há em mim #youzzmagicblur


Já lá vão sete dias desde que comecei a viver a magia de Magic Blur, da L'ORÉAL. Querem saber como a minha pele está a reagir? Está rendida! Está a adorar a textura e a suavidade do creme. Após a aplicação, a pele, fica mais lisa e os poros menos visíveis. 

Sabem aquelas pequenas rugas de expressão que são "chatas"? Pois é, ficam bem disfarçadas e já não chateiam tanto. Confesso que os efeitos imediatos são satisfatórios e estou curiosa para perceber os efeitos a longo prazo. Parece que reduz as rugas, reafirma a pele e uniformiza o tom! Por isso é continuar a usar! 

Já partilhei com várias amigas, algumas amostras, e estou ansiosa para receber as suas opiniões. 

Vivemos num mundo de intensa correria e o nosso tempo parece que não chega para tudo. Magic Blur acompanha essa loucura do dia a dia - Esbate as rugas e os poros em segundos. Obrigada! Haja um creme que compreenda a roda viva dos meus dias!

Lê mais aqui.

21.7.14

Festa surpresa! Missão impossível ou talvez não


Andava em pulgas para vos contar. Mas não podia porque era segredo! Uma missão altamente secreta. Passei os últimos dois meses a preparar uma festa de aniversário para uma amiga que celebrou 50 anos de vida. Depois de um desafio lançado pela filha, que queria muito oferecer à mãe este momento inesquecível, lá reuni uma equipa de agentes secretos e preparámos um jantar memorável. Foram dias de muitos secretismos e quase fomos apanhadas… quase! Mas conseguimos enganá-la! E não foi fácil, porque como diz uma amiga “ela é de Olhão”!!! 
Este era o sonho da Manuela: Ter uma festa surpresa pelo seu 50º aniversário. Uma data a celebrar, sem qualquer sombra de dúvida! Realizámos o seu sonho e a melhor recompensa foi testemunhar as suas lágrimas de alegria e o sorriso brilhante no seu rosto!
Missão cumprida!




20.7.14

Cascais na rota da arte contemporânea


Só agora consegui parar e escrever um pouco sobre a Est Art Fair, que decorreu na semana passada no Centro de Congressos do Estoril. Fiquei muito orgulhosa pelo concelho de Cascais ter acolhido este evento de cariz internacional, que reuniu mais de 30 galerias oriundas de países como a Alemanha, Brasil, Espanha,  Portugal, entre outros.

A arte contemporânea esteve em grande destaque com a promoção de artistas e seus trabalhos, que cativaram o olhar e a curiosidade dos visitantes. Não sou entendida em arte contemporânea mas gosto muito de ver e tentar perceber o sentido das obras, fazendo, obviamente a minha interpretação. E esta é a parte mais interessante e mais estimulante: estar frente a frente com uma obra e deixar que ela "fale" comigo. É um momento em que tento esvaziar a mente e absorver aquilo que a obra tem para me oferecer, através do processo criativo e genial do seu artista.

Parabéns à organização! Conseguiram transformar o Centro de Congressos num centro de arte contemporânea, com projetos expositivos próprios, workshops, seminários, visitas guiadas e muita gente apaixonada por arte.